Retrospectiva 2011: O ano em 40 e poucas séries

Mais um ano se passou, várias mudanças aconteceram (por bem ou por mal), mas algo que jamais muda nessa vida serialistíca é a paixão por séries. E por mais conturbada e corrida esteja nosso cotidiano, impossível não perder cerca de 45 minutos de sono para dar aquele play e matar a saudade da série favorita. 

Então, aqui vai o resumo do meu ano, cerca de 40+ séries que acompanhei de leve ou religiosamente ao longo do ano. E se você não tem aquela paciência para ler tudo, use e abuse no sempre companheiro CTRL+F.

Firefly – Após mais de um ano de muita insistência e bullying do @ZePicelli decidi dar uma chance e ao final da minha maratona só me bateu arrependimento. Calma, arrependimento de não ter conhecido esse universo fantástico criado pelo sempre brilhante Joss Whedon antes.

Fui bastante cético no começo, duvidando que a série fosse capaz de me encantar como encantou muitos em 2002-2003, simplesmente por ser um western no espaço, mas a cada episódio foi ficando surpreso com a qualidade da série e o carisma dos personagens e abismado com o descaso que a Fox teve com uma série tão inovadora e de qualidade.

Foram apenas 13 episódios + um filme fantásticos, mas só isso já foi suficiente para se tornar uma das séries que levarei para a vida como uma de minhas favoritas e que sempre que possível indico para algum amigo.

E tem como não se emocionar com esse discurso lindo do Joss Whedon?

“We have done the impossible and that makes us mighty.”

E foi assim, morrendo de amores pelo Joss e desesperadamente necessitando de mais Joss Whedon em minha vida que decidi correr atrás de outro clássico, Buffy – The Vampire Slayer e tudo que tenho a dizer é “Ah se essa febre por vampiros fosse interessante como Buffy”.

Acho sempre divertido ver atores que admiro em seus primeiros trabalhos de sucesso e admiro a forma com que os personagens evoluem da adolescência para o começo de suas vidas adultas, além da forma genial e peculiar com que Joss escreve os personagens e roteiros. E mesmo não tendo terminado a série, estou no final da 4ª temporada, já bate aquele temor da separação da Scooby Gang.

Para não ficar muita babação de ovo logo no começo da retrospectiva, vamos reclamar um pouquinho, que tal?

Que droga foi esse ano no mundo dos realities hein?

American Idol teve uma das temporadas mais decepcionantes desde que comecei a acompanhar na 5ª temporada e só não achei completamente descartável por ter conhecido a maior dark horse da historia do programa, Haley Reinhart, ela permanecerá a ganhadora do programa aos meus olhos mesmo que seja um grande flop quando lançar seu álbum.

The Voice foi um misto de agradável surpresa e decepção. Não esperava que os jurados fossem ter a química que tiveram e admirei muito o modo como eles ajudaram os candidatos, principalmente o Blake Shelton, que para mim foi o melhor mentor de todos.

A decepção foi a eliminação precoce de candidatos como Nikki Dawson e Rebecca Loebe, além da falta de suporte que o programa tem dado aos candidatos pós-The Voice, principalmente a Javier Colon e Dia Frampton, ganhador e runner-up respectivamente.

Ambos lançaram álbuns de forma quase imperceptível para quem não segue os cantores religiosamente e basicamente estão amargando nas vendas. Sinceramente não esperava esse descaso da gravadora e programa já que passaram uma temporada inteira  dizendo que eram melhores do que American Idol e que seus candidatos eram vastamente superiores. De nada adianta ser superior se assim que os candidatos saírem no mundo virarem as costas e fingiram que já fizeram tudo o que deviam fazer… Kelly Clarkson não virou o que é hoje sem esforço da cantora, da gravadora e do programa.

Continuando a onda de decepção foi The X Factor UK, USA e Australia. USA já dava sinais de desastre desde que demitiu Cheryl Cole durantes as audições e a substituíram pela “cantora” Nicole Scherzinger  que até então seria co-apresentadora ao lado de Steve Jones, que foi decepção a parte, já que do que eu conhecia dele da TV UK o cara tinha tudo pra dar certo. Além disso, o talento foi bem fraco, só valeu pela Drew Ryniecwicz e os meltdowns do asshole Astro se recusando a cantar quando marcou presença entre os menos votados e das eliminações de Drew e Rachel Crow.

Sendo sincero, The X Factor USA só valeu a pena mesmo pelo Steve Jones ter feito isso com a Nicole.

The X Factor UK foi legal até a primeira semana de Live Shows, depois disso foi queda livre no meu interesse com performances e candidatos de dar sono. Com exceção da Kitty Brucknell, a grande maioria deixou a desejar na hora de entregar AQUELA performance. Falando em Kitty, já viram ela falando palavrão em português? Vídeo (Ou brazilian de acordo com a moça haha. Hey, pelo menos ela não disse que falávamos espanhol.).

The X Factor Australia foi uma decepção essa temporada, não teve sequer alguém que chegasse perto da Sally Chatfield, talvez a Christina Parie, mas whatever não chei a gostar de ninguém e acabei desistindo logo nas primeiras semanas de Live Shows.

A grande surpresa para mim foi ter acompanhado parte do The X Factor France, digo parte pois é incrivelmente difícil encontrar o programa, só consegui assistir grande parte pelo Youtube e essa três performances me entreteram mais do que os três XF juntos desse ano.

Raphael Herrerias com “American Boy” e Matthew Raymond Barker se mostrando como um showman fantástico com “Love The Way You Lie / Tik Tok / Don’t Stop The Music” e com o clássico dele, “Single Ladies” (!!!!!!!!).

Acompanhei também Platinum Hit, fracasso do canal Bravo, um reality apresentado e julgado pela cantora Jewel e Kara DioGuardi que tinha  como  objetivo encontrar o próximo grande compositor. O programa teve muitos problemas com seu formato que acabava prejudicando bons candidatos, fazendo com candidatos péssimos chegassem extremamente longe. Mas apesar dos pesares, os candidatos foram capazes de criar ótimas músicas, como “Home For Me (Free)”.

Saindo do mundo da música e indo direto para o modo sobrevivência, tivemos duas temporadas BEEEEEEEEM mornas de Survivor, faltou bitchness, faltou sangue, faltou challenges interessantes, faltaram muitas coisas nessas duas últimas temporadas de Survivor. Pelo menos tive tempo de conferir as temporadas Fans X Favorites e Heroes X Villains que foram uma aula de filhadaputismo clássico.

Dei a volta ao mundo com Parvati Shallow em Around The World For Free, assim como fiz o mesmo nas duas últimas temporadas de The Amazing Race, que apesar de monótona em alguns episódios, continua sendo um dos realities que mais adoro assistir e que venderia a minha coleção de filmes e séries para poder participar.

Assisti mais duas temporadas mornas das barraqueiras do America’s Next Top Model com um barraco épico na 16ª temporada (falaê, quem não ama um bom barraco de aspirantes a modelo? Vídeo). E uma temporada All Star que acabou sendo uma grande decepção com todas as garotas se comportando tentando apagar a imagem de bitches, bêbadas e barraqueiras e uma finale totalmente WTF brochante.

Fiquei ainda mais culto assistindo o poço de inteligência que é o pessoal de Jersey Shore e por último nessa onda de reality shows, assisti a segunda, terceira, sétima e oitava temporada de So You Think You Can Dance. Nunca fui muito fã de dança, mas após assistir o programa passei a ter um grande respeito por essa arte.

Duvido que alguém seja capaz de não ser emocionar assistindo Billy Bell, Robert & Allison, Sasha & Kent ou Melanie & Marko e não ter vontade louca de começar a fazer aula de dança só pra fazer algo awesome como Alex Wong & Twitch.

Meu ano ficou bem triste com a despedida mal feita de Brothers & Sisters, os Walkers mereciam melhor, a coitada da Sarah Walker merecia trama melhor em sua última temporada,  mas enfim, não adianta chorar pelo vinho derramado… O máximo que posso fazer é encher uma taça de vinho, pegar os DVDs e matar as saudades de Kevin, Sarah e o restante dos Walkers e seus jantares em família.

Me viciei em séries do Bryan Fuller, Dead Like Me, Pushing Daisies e Wonderfalls fizeram o meu ano mais interessante com histórias originais, divertidas e cativantes. E mal posso esperar para ver o novo projeto do Bryan sobre Hannibal Lecter.

Fiz o sacrifício de assistir Off The Map simplesmente para matar saudades da minha querida Caroline Dhavernas de Wonderfalls, mas nessa onda de acompanhar o trabalho dos atores de Wonderfalls, dei a sorte grande ao conhecer Being Erica, que tem em seu elenco Tyron Leitso e de bônus Jewel Staite de Firefly.

Alias, Being Erica é tão boa em passar lições para a vida que passou a ser uma forma de terapia sem sair de casa ou gastar dinheiro. BTW, Jewel Staite, Caroline Dhavernas e Erin Karpluk são musas para a vida.

Falando em terapias, comecei In Treatment, uma série fantástica que parei de ver sob o risco de entrar em depressão e cometer suicídio, mas que com certeza voltarei a assistir quando estiver mentalmente preparado.

Em questão de comédias, foi uma grata surpresa ver que Cougar Town não era aquela pilha de bosta que ouvi falar. Modern Family finalmente parece estar voltando a boa forma nesta terceira temporada, apesar de derrapar em alguns episódios. Parks & Recreation merece todos os prêmios do mundo, assim como Community, a eterna underdog que se encontra nesse hiato sem fim maldito. #SaveCommunity #SixSeasonsAndAMovie

Sério, não consigo compreender como Parks & Recreation e Community são tão ignoradas pelo grande público e pelas premiações, enquanto séries como Glee e New Girl estão nessa vida boa.

Fique claro que acompanho essas duas séries na maior boa vontade, assisto porque quero mesmo, mas nem de longe elas merecem essa atenção toda.  O único reconhecimento que Glee merece é pela ótima atuação da Naya Rivera e se houvesse Framboesa de Ouro para séries, certeza que Zooey Deschanel conseguiria pelo menos uma indicação. Mas enfim, Zooey passa vergonha, mas ainda assim é Zooey…

How I Met Your Mother demorou, mas encontrou aquele ritmo gostoso que a série tinha nas primeiras temporadas e nem vou disfarçar que fiquei bastante balançado com os últimos minutos do episódio de Natal. Robin Scherbatsky❤

Como bom nerd, comecei a acompanhar Chuck, The Guild (muito amor pela Felicia Day) e terminei The IT Crowd, que é uma das séries mais hilárias que já assisti. Tinha vezes que precisava enfiar a cara no travesseiro para abafar a risada e não acordar a família no meio da madrugada.

Ainda em comédias, assisti as três temporadas da hilária politicamente incorreta Childrens Hospital e atualmente acompanho a ótima After Lately, que mostra os “bastidores” do programa Chelsea Lately, da genial Chelsea Handler.

The Office começou bem após a saída do Steve Carell, mas tem estado em queda livre e é uma das séries que não vejo a hora de cancelarem para manter pelo menos um pouco de dignidade.

A única comedia que desisti temporariamente foi 30 Rock, adorei a série, mas se tem algo que me irrita profundamente é o Tracy Jordan… QUE PERSONAGEM INSUPORTAVEL. Assim que eu tiver mais paciência volto a acompanhar.

Da comédia para o drama, acompanhei a bizarra/risível em momentos/WTF American Horror Story, que Ryan Murphy não deve bater muito bem da cabeça eu já sabia, mas depois de AHS aposto que muita gente de Glee deve ter ficado com um certo medo de trabalhar com Ryan Murphy, vai que ele surta e coloca suas loucuras em pratica em vez de colocar no papel.

Falando em risível, o que foi o piloto de Ringer? O QUE FOI A CENA DO IATE??? SIIIIIIIIIOOOOOOOOOOOOOOOOOBHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANNNNNN!!!

Tadinha da Sarah Michelle Gellar… Pelo menos tá pagando as contas, né?

A 4ª temporada de Fringe continua interessante, porém bem morna para os padrões da série, o que aumenta ainda mais o medo de um cancelamento precoce (especialidade da Fox – RIP Firefly, Wonderfalls, Dollhouse e muitas outras).

Terminei a segunda temporada de True Blood¸mas com tantos comentários negativos sobre as temporadas seguintes já faz uns 6 meses que estou nessa duvida se vale a pena me arriscar e perder as boas lembranças que tenho da série.

Estou atrasado com Homeland, assisti apenas 3 episódios, mas essa é uma das minhas prioridades nesse final/começo de ano. Claire Danes e Morena Baccarin, I’M SO SORRY pela demora.

White Collar tá aí também servindo como um bom passatempo com a dinâmica do Matt Bomer e Tim DeKay, fora que é sempre legal matar as saudades da Tiffani Thiessen aka Kelly Kapowski de Saved By The Bell. E outro bom passatempo foi a primeira temporada de Greek, que por falta de tempo acabei não dando continuidade.

Studio 60 me fez questionar como diabos foram capazes de cancelar essa série brilhante do genial Aaron Sorkin.

E por último, penúltimo na verdade, antes de me voltar para as produções da terra da rainha, teve o tédio que foi a segunda temporada de The Walking Dead, cujo único momento OMFG que AWESOME foi cortesia do primeiro episódio e a cena final da season finale. Sério, é quase impossível me entediar com zumbis, mas essa temporada de TWD conseguiu fazer isso.

Agora na terra da rainha, tive o prazer de ficar com o coração na mão com aquele desespero pra não cair no choro assistindo Single Father, um ótimo drama da BBC estrelado pelo fucking awesome David Tennant como David, que acaba de perder sua companheira, precisando lidar com o luto, cuidar dos quatro filhos e outros problemas que se eu falar posso estragar a espontaneidade de descoberta da minissérie.

E falando em Tennant, impossível não citar uma das séries mais fantásticas que já assisti na vida. Foram 6 temporadas de Doctor Who, incontáveis horas de sono ignoradas para acompanhar a jornada desse Time Lord querido e suas companions. Com roteiros incríveis que me fizeram rir e chorar a cada episódio, twists que explodiram minha mente, ótimas atuações e o resultado só poderia ser amor e devoção eterna por todos os envolvidos nessa produção.

Polemica a vista, mas por mais que eu AME o Doctor do Matt Smith, meu amor pelo Doctor do David Tennant é estupidamente maior. WIBBLY WOBBLY TIMEY WIMEY.

Secret Diary of a Call Girl foi deixada de lado logo na primeira temporada só para eu ter o choque de ver os diferentes lados da Billie Piper.

Minha última maratona do ano foi Misfits, delicia de série britânica que muitos descrevem como uma mistura de Skins e Heroes, mas que não confirmo, pois nunca assisti nenhuma das duas direito para fazer essa comparação. O que mais amo na série é o conjunto de roteiros originais, construção dos personagens, o lado cômico e sem pudor, basicamente tudo na série funciona de uma forma fantástica. O único porém da série foi a terceira temporada meia boca, não foi totalmente péssima, mas faltou aquele cool fator das primeiras temporadas.

Mas mesmo com uma terceira temporada mais ou menos, amarei eternamente o filhadaputisse cômica do Nathan, os olhares e jeito psicopata do Simon, as caras e bocas e sotaque da Kelly, Alisha toda sexy e awesome, Curtis meio reclamão e as “autoterapias” do Rudy.

E para finalizar, Friday Night Lights. Não tenho palavras para descrever o quanto Eric e Tami Taylor me deram lições para toda a vida, o quanto me emocionei com a relação do Matt e a vovó Saracen e a luta da Tyra para não acabar como o resto de sua família (a cena da Tyra escrevendo e lendo a redação na terceira temporada destrói o meu controle emocional).

Muitos créditos e palmas para a produção como um todo, desde a interpretação verossímil de todo o elenco, a forma como é filmada, a forma incrível como a série sempre da um jeito de evitar aquele clichê que está ali prontinho para ser usado.

Como sou péssimo para falar sobre como a série me afetou, deem uma lida no fantástico post do @ZePicelli sobre a série, que cada comentário feito por ele eu assino em baixo.

É isso meu pessoal, acredito que não me esqueci de nenhuma série… Espero que tenham gostado, espero que vocês se motivem a assistir algumas dessas séries, comentem quais foram as séries que marcaram o ano de vocês e deixem recomendações que eu as considerarei com o maior carinho.

Recomendações que deveriam ser obrigações: Friday Night Lights, Doctor Who, qualquer coisa Joss Whedon, Wonderfalls, Being Erica, Parks & Recreation e principalmente Community.

Promessas para 2012: Terminar Buffy e Six Feet Under. Começar Breaking Bad, Game of Thrones, The Good Wife, Southland, Mad Men, Everwood e Lost.

3 Responses to Retrospectiva 2011: O ano em 40 e poucas séries

  1. Rafael Mineto disse:

    joss whedon, seu lindo! buffy é a coisa mais linda da galáxia! firefly vem logo em seguida! wonderfalls é outra série que eu revi esse ano e, pô!!! genial. top 10 da vida! dead like me é outra. e pushing daisies… chora. saudade de todas!😦
    e community é foda demais! me dá raivinha de ver ela ser ignorada. #sixseasonsandamovie😦

    true blood realmente decaiu muito! segunda temporada é vida. dá dó, até, das outras!:/

    homeland é MUITO boa… eu assisti agora, também e achei arraso! new girl é uma que eu acho SUPER fofa e tô adorando (mesmo vendo a galera falar mal)!

    tô atrasadíssimo com being erica, mas acho sucesso! e doctor who é fantástica. entra no meu top 5 fácil… a quinta temporada, pra mim, com o moffat no poder (paola) é a melhor. demais! (diva)

    e 30 rock é vida! hsdiosuhd!

    fim… tô meio atrasado com as séries. dei uma parada esse ano (sem querer), mas consegui acompanhar as favoritas, pelo menos!😉

    • Will Takaezu disse:

      Rafa, quando eu comecei a assistir Buffy lembrei de você comentando sobre quão fantástica era a série e sobre o Joss quando tinhamos uns 13 anos. A criatura aqui foi teimosa e só demorou mais uns 8 anos pra aceitar a dica haha

  2. Jana disse:

    Apesar de nao ter acopanhado muita coisa (na verdade nada) de series esse ano (Will prometo q vou ver X Factor apesar de vc falar q foi ruim!) adorei seu post, como sempre escrevendo super bem e vou seguir algumas recomendações para 2012 =D

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