HIMYM – 7.07 + 08 – Noretta, The Slutty Pumpkin Returns

Após um episódio morno, HIMYM aproveita para relembrar o clima bacanudo das primeiras temporadas, resgatando uma personagem icônica da série.

Noretta – Por mais que tenha sido engraçado ver Marshall imaginando o próprio pai enquanto investia nos momentos de intimidade com Lily, confesso que não achei muita graça em toda essa história de imaginar os personagens se relacionando com seus pais/mães,  isso vindo de alguém que é fã de humor negro, incluindo piadas de incesto, ou seja, foi bem entediante. Para não dizer que estou ficando ransinza, me diverti com a brevíssima participação da sempre agradável Frances Conroy, mas confesso que gostaria que tivessem dado mais tempo de cena a ela e também a Wayne Brady, o irmão de Barney. Os dois sempre rendem histórias muito boas (o anúncio do casamento de James, toda história da mãe de Barney escondendo seu pai biológico…) e vê-los fazendo participações tão breves parecia mais um desperdício de bons atores e boas histórias. E por falar em boas histórias (só que ao contrario), Foi bem forçada aquela crisezinha de ciúmes de Gupta (como o colega Aécio carinhosamente se refere ao namorado de Robin). Nem a química da moça com Ted salvou essa trama.

The Slutty Pumpkin Returns – Taí um episódio que achei agradável, que me fez relembrar o climinha bacana das primeiras temporadas. Foi um misto de referências internas (Barney e a inseparável gravata amarrada no braço, “classic Schmosby”, o sempre divertido bullying à nacionalidade de Robin etc) com referências pop culturais (Justin Bieber, Facebook, Bejeweled, desenhos de Hanna-Barbera etc), repleto de mini-flashbacks e, o melhor, histórias recontadas a partir de diferentes pontos de vista. Teve até Ted sendo aquele romântizo sem noção do início da série dizendo “Eu te amo” em momentos inapropriados. Tudo bem que o desfecho da história da Slutty Pumpkin com Ted não foi muito bom para nosso amigo arquiteto, mas todo o desenrolar da história foi bem divertido. Créditos para Katie Holmes que esteve super bem no papel dessa personagem tão icônica na série. Confesso que estava com medo da atriz estragar a personagem, mas para minha feliciade, mordi a língua e terminei o episódio com um baita sorriso no rosto. Ah! E Lily grávida toda sensível e meio que bipolar? Hilariamente adorável!

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