Review: As novas séries do fall season e os 5 episódios de tolerância – Parte 3

Essa semana, decidi só continuar vendo o que já estava acompanhando e me arriscar em apenas uma nova série, dessa vez da TV a cabo, aparentemente é a maior maluquice desse fall season, saída diretamente da cabeça de Ryan Murphy, mas enfim, minha opinião sobre isso você confere logo mais. Fora isso, Terra Nova passou de um festival de clichês para uma série insuportavelmente chata, Suburgatory só melhora e Zooey Deschanel vai ganhando o posto de retardada mais adorável da televisão. Bora pra mais uma semana desse tortuoso fall season!

Comédias

Suburgatory (1×02) – Como to adorando essa série. Talvez a coisa desande quando as piadas com subúrbio acabarem, mas enquanto isso não acontece, to curtindo tudo nela. A química entre pai e filha, a garota que manda bem DEMAIS, os vizinhos excelentes (e o casal gay que não é gay? HAHAHA), as piadas inspiradas (chorei de rir com a cena inicial), tudo é muito legal e fazem os 20 minutos do episódio passarem numa rapidez inacreditável. Primeira série novata que quando o episódio acabou, eu realmente fiquei ansioso pra ver o próximo. Fiquei realmente surpreso, nem sabia que ela ia estrear há duas semanas atrás, hahaha.
Tolerância: Mantenho a de 5 episódios sem pensar duas vezes.

New Girl (1×03) – Existem filmes ou séries que quando terminam, me deixam sorrindo bobamente  e nem sei explicar muito bem o porque. E New Girl fez isso comigo nesse episódio. A série flui tão naturalmente, já tá dando pra se acostumar com a personagem da Deschanel (sem contar que ela vem melhorando a cada episódio) e a história do casamento nesse episódio foi toda bem engraçada. Só não curti muito o cara batendo de frente com o moleque, isso é tão série da Nickelodeon que sério… não rola. De resto, só tenho a dizer que Zooey Deschanel vai ficando cada vez menos irritante e mais adorável. Continua retardada… mas já estamos se acostumando, hehe. E quando fico meio tenso esperando pra ver quando a personagem vai falar alguma merda ao estar fingindo ser namorada do amigo pra fazer ciúme na ex dele… quer dizer que já me apeguei a série né? Putz…
Tolerância: Mais dois episódios e New Girl ganha seu espaço definitivo aqui no Ritual, então, bola pra frente!

Up All Night (1×04) – Eu já vinha notando isso há um tempo (principalmente semana retrasada), mas esse 4ºepisódio deixou muito na cara que Lorne Michaels parece estar emulando todos os personagens de 30 Rock em Up All Night. A personagem de Maya Rudolph é Jenna, sem tirar nem por, só não chega a ser tão histérica, mas é igualmente exagerada. Will Arnett é meio Pete Hornberger, meio Jack Donaghy, parece ser um cara sério e centrado, mas é bobão e ao mesmo tempo, não deixa de ser inteligente. E Christina Applegate parece ser o ponto de equilíbrio de toda a insanidade daquilo, mas também tem seus momentos despirocada. Preciso dizer que é a Liz Lemon? Não? Puts, a série tem até um Kenneth, que é a assistente meio retardada da Ava! Bom, mesmo não tendo absolutamente nada de original nos personagens, continuo gostando da série (eu gosto de 30 Rock né). A história desse episódio, tanto a do carro quanto a de Ava, foram bem divertidas (a Ava revertendo a entrevista com o escritor pra bullying foi genial, hahahaha). Acho que essa série tem um bom futuro, pelo menos por essa temporada.
Tolerância: Se o da semana que vem não for uma verdadeira agressão de tão ruim, já é a primeira que ganha seus reviews semanais aqui no Ritual, aeae!

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Dramas

Terra Nova (1×03) – Minha Nossa Senhora, que série mais chata. Putz, como eles conseguiram pegar uma história num passado primitivo, com dinossauros e um climão sci-fi e fazer disso algo completamente entediante? Chega a ser absurdo como nada de interessante aconteceu nesse episódio, aquele ataque de pterossauros precisava de muito (tipo… bichos mais bem feitos) pra empolgar alguém, principalmente porque a cena que eles invadem Terra Nova tem uma direção pra deixar Michael Bay orgulhoso, não dá pra entender nada do que acontece nela, os personagens se machucam, galera corre e a câmera tá tão perdida que a gente não vê nada disso. A família Shannon (e na boa, não consigo chamar um cara de Mr. Shannon, sorry) fez uma sitcom familiar dentro de Terra Nova né, porque quando a grande história deles é a filhinha querendo dormir com a mãe quando o casal quer tirar o atraso de dois anos, fica difícil levar qualquer coisa a sério. E como se não bastasse, a mulher ainda acha um amigo de faculdade por lá com quem OBVIAMENTE já teve um caso, pro marido ficar cheio de ciúme, porque isso vai ser muito legal, afinal, Terra Nova é uma série sobre pessoas não é? Affe…
Tolerância: Eu sei que só tem mais dois episódios pra completar 5, mas não vou aguentar muito mais disso não. Vou ver o próximo, mas se a coisa não melhorar… tenho muita série boa pra ver ainda.

Person of Interest (1×03) – Essa série está tão bombante que eu tava pra publicar o post quando lembrei que tinha visto ela também. Putz, sério… veja bem, esse episódio foi bem mais legal que o anterior, o caso foi muito mais interessante, envolveu mais e o Jim Caviezel, mesmo com aquela cara de desgosto dele, até fez um trabalho decente. Mas não sei… ainda falta alguma coisa que torne essa série realmente imperdível, talvez uma sub-trama REALMENTE interessante (porque na boa, chamaram a Taraji P. Henson só pra ficar correndo atrás do Jim Caviezel? Aquela conversinha entre os dois no final foi ridícula demais, afe) ou algo a mais no desenrolar do caso, porque, na prática, estou começando a perceber que o começo e o final de todo caso é bem legal e o meio é um lenga-lenga absurdo só pra completar os 42 minutos de episódio. Não vou desistir da série, mas é fato, que ela tá precisando de algo pra manter o telespectador acordado e envolvido o tempo todo.
Tolerância: Vou manter a de 5 episódios. Só mais dois e eu vejo se é só isso mesmo ou Person of Interest tem algo realmente legal a oferecer.

American Horror Story – Eu já vi 4 temporadas de True Blood, já vi uns episódios aleatórios de Nip/Tuck e levo numa boa todo tipo de absurdo que Fringe já mostrou… mas essa é, de longe, de MUITO longe, a série mais bizarra que eu já assisti em toda a minha vida. Sério, eu não sei nem por onde começar… ok, primeiro fato: Ryan Murphy é meio perturbado né? Segundo fato: Connie Britton, no fundo do coração, deve sentir falta de Friday Night Lights agora. Mas enfim, deu pra ver que Murphy tá meio desesperado fazendo uma série tão linearzinha e certinha como Glee né? Ele deve ter explodido fazendo American Horror Story, a série é uma das coisas mais despirocadas que eu já vi, todo mundo age que nem maluco (ficava esperando os personagens começarem a se matar a todo momento), tem umas cenas bisonhas que parecem existir só pra chocar (tipo a empregada mandando ver sozinha), o Murphy aparentemente tem um fetiche pelo ator que faz o psiquiatra igual tinha pelo Julian McMahon e ele precisa aparecer pelado mesmo quando não tem motivo pra isso e a edição tem uns momentos inexplicáveis. Mas a abertura é muito cool. Porque em bebês. E bebês dão medo. Fora isso, eu juro, do fundo do coração, que não sei o que pensar dessa série. Tudo isso que eu falei são só as bizarrices, se elas fazem da série algo péssimo ou genial, cabe a cada um decidir. Eu não sei o que achei. Só sei que vou ver o segundo episódio. E que Ryan Murphy é um cara meio doentio.
Tolerância: Foi o que eu falei né… se eu já vi bruxa sequestrando fada e levantando barreira de sol pra espantar vampiro, não é a Connie Britton grávida de um tinhoso sadomasoquista que vai me fazer parar de ver série de TV. Mas vou dar só 3 episódios de tolerância. Não vamos forçar a barra também…

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