The Amazing Race – 18.11 & 18.12 – “This Is Where It Ends” / “It’s Our Turn To Pay Her Back”

The Amazing Race chega a mais um final de temporada com direito a um passeio pelo Rio De Janeiro, muita caipirinha, praia e uma prova que nenhum homem, NENHUM! (OK, alguns vai…), deveria passar em toda sua vida.

Antes de começar a ler a review, que tal assistir o episódio na integra?

Route Info – Saindo da gélida Suíça, o objetivo da produção é dar um tremendo choque térmico nos participantes ao manda-los para o escaldante Rio de Janeiro, deixa-los doentes e não precisarem pagar o prêmio de um milhão de dólares.

Em uma das piores poker face da história do programa, vemos os jogadores de basquete perdendo quase 10 horas de vantagem sobre Kisha & Jen e Gary & Mallory que até então não sabiam da existência de voo melhor para o RJ, simplesmente por serem PÉSSIMOS mentirosos. Azar deles, sorte da Mallory… E claro, do futuro sogrão… #Aham

Uma vez em solo brasileiro as duplas devem pegar um trenzinho até a Escadaria Selarón em Santa Teresa, onde deverão procurar por um pedaço de azulejo que contenha sua próxima pista.

Graças a um péssimo taxista, sempre eles, Flight Time & Big Easy acabam perdendo o trenzinho para a Escadaria Selarón, e num semi-emocionante fica o suspense se o trenzinho volta para pegá-los ou se segue o caminho. E claro, num desespero frenético dos três times a bordo com direito a gritaria, desespero e Mallory fazendo caras bizarras, o trem segue caminho sem os jogadores de basquete, que devem esperar 30 minutos pelo próximo trem.

Roadblock – Finalmente após algumas visitas que o programa já fez ao país, o tema de uma das provas não envolve ficar procurando a pista em um muro totalmente pichado, lavar ônibus sujo, fabricar etanol ou procurar a Helô Pinheiro na praia, mas envolve uma das coisas mais lembradas pelos gringos quando questionados sobre o que conhecem do nosso país, o samba.

Um membro de cada dupla deve aprender a sambar e se apresentar juntamente com um grupo, sendo julgados pela Princesa do Carnaval.

Lembrando que esta é a ultima etapa antes da grande final, os membros de cada dupla devem ter realizado cinco Roadblock cada, o que se mostrou um grande problema para Zev, que mostrou não possuir ritmo ou paciência, tendo que realizar a prova diversas vezes.

Enquanto a prova foi um parto para Zev, Mallory e Kisha voaram pela prova sem qualquer problema.

Após completar o Roadblock, as duplas se direcionaram para a minha prova preferida da temporada, que gosto de chamar carinhosamente de Steve Carell.

Todas as duplas deveriam passar por uma sessão de depilação por 15 minutos!!! Depilando tudo que você pode imaginar (peitoral, braços, axilas, pernas, dedos…), menos as partes intimas… Eu acho…

Tortura para todos os homens, mas principalmente para a Zev & Justin, que poderiam ser sobrinhos distantes do lobisomem aka. Tony Ramos.

Detour – “On The Rocks” – A prova delicia em que as duplas deveriam fazer 100 caipirinhas seguindo uma ordem especifica (5 fatias de limão, açúcar, espremida, 5 cubos de gelo, cachaça). Ou então as duplas deveriam ser burros o bastante para escolherem “On The Beach” e tentarem vender R$100,00 em biquínis e ainda fazer com que a compradora troque de biquíni em um vestiário portátil.

Zev & Justin são os únicos burros o bastante para deixarem suas chances de se classificarem para a grande final nas mãos de banhistas que só querem aproveitar a tarde de sol tranquilamente, além de sofrerem um pouco com a comunicação.

Todas as duplas sofrem um pouco no começo para acertarem a ordem dos ingredientes na caipirinha, mas a prova vai que é uma beleza quando as duplas pegam o jeito.

Pit Stop

Tendo o Museu de Arte Contemporânea de Niterói ao fundo do penúltimo Pit Stop, Gary & Mallory se tornaram os primeiros finalistas após uma performance fantástica durante toda a etapa, principalmente da parte da Mallory, que graças à seus vários anos de dança que a ajudaram a assumir a liderança desde o começo da etapa.

Kisha & Jen continuam fazendo uma ótima “campanha” mesmo não tendo ganhado nenhuma etapa e Flight Time & Big Easy, em minha opinião, tem muito  que agradecer ao Zev por ter péssima coordenação e nenhum ritmo.

Alias, Zev & Justin se mostraram uma grande ameaça às demais duplas, mas tiveram o azar de Zev ter que realizar o Roadblock e escolherem o Detour errado.

Adorei o depoimento do Justin sobre o que aprendeu sobre seu amigo, achei tocante… Talvez seja o drama da temporada acabando que tenha me deixou assim.

E por um instante, com o depoimento, ambos tomando uma caipirinha andando descalços na praia em direção ao Pit Stop com um cenário lindo ao fundo, acreditei que talvez a final fosse ser disputada pelas quatro duplas.

O que dizer desse Top 3? Fico extremamente feliz em vez Gary & Mallory chegando na grande final com a possibilidade de se  tornarem a primeira dupla pai/filha a ganharem a corrida, além de Gary se tornar a pessoa mais velha a ganhar. Aprendi a gostar de Kisha & Jen ao longo da temporada, já que não havia gostado da escalação delas no inicio da temporada, e se mostraram merecedoras de chegarem até aqui. Minha única “reclamação” sobre o Top 3 são os jogadores de basquete, enquanto muitos acham eles super carismáticos e coisa do tipo, acho eles muito chatos e levemente arrogantes em algumas ocasiões… Pelo “conjunto da obra”, eu colocaria Zev & Justin no lugar deles, até mesmo para tornar a etapa final ainda mais acirrada.

 18.12 – “It’s Our Turn To Pay Her Back”

Agora sim, o momento que realmente importa terminar em primeiro lugar, afinal um milhão de dólares está em jogo.

Route Info – Saindo das praias do Rio de Janeiro, as duplas agora se encaminham para as praias de Miami, onde assim que desembarcarem devem prosseguir para Rickenbacker Marina.

Com todos no mesmo voo, a disputa começa de verdade logo na saída do aeroporto na disputa por um taxista.

Todos conseguem rapidamente um taxi, exceto Gary & Mallory, que além de perderem minutos preciosos tentando encontrar um taxista que saiba aonde leva-los, o taxista que teoricamente sabe o caminho, mentiu e não sabe droga do maldito caminho, dirigindo por muito tempo pra lá e pra cá.

Juro que comecei a me desesperar junto com a Mallory…

Sterling é o nome do maldito, se algum dia eu for para Miami, se cuide meu senhor!!

Sério, se fosse comigo, eu teria pulado no pescoço do taxista com um canivete e começado a berrar com ele para me levar a outro taxista ou descobrir para onde me levar.

Roadblock – Um membro de cada dupla deve dirigir uma empilhadeira (aquelas de hipermercados, mas X vezes maior) e transportar um barco sem derrubá-lo.

Gary, Flight Time e Kisha realizaram essa prova livre de emoção sem maiores dificuldades, uma pena já que eu queria ver a reação de um deles ao derrubar e destruir um barco.

Roadblock – Obrigatoriamente Big Easy, Jen e Mallory tiveram que realizar este segundo Detour, que consistia em procurar pela próxima pista em baús de tesouro submersos no mar utilizando uma espécie de submarino individual.

FT & BE haviam pedido para que seu taxista os deixasse no segundo Detour e fosse abastecer o carro para o resto da corrida, mas acabou se tornando um leve problema quando eles terminaram a prova e não havia nenhum sinal do taxista.

Saindo do Detour, as duplas deveriam prosseguir para Horseshoe Island atravessando o mar a pé e procurar pela sua próxima pista no meio do mato.

Após correrem pelo mato e brincarem de esconde-esconde, é hora de montarem um cenário tradicional trailer-redneck para a Miss Rose (e seu ninho de ratos que moram em sua cabeça) utilizando uma foto como referência. E eu fiquei…

You fucking kidding me, right?

Mesmo com esse vendaval todo que obrigou as duplas montarem o cenário inúmeras vezes, achei uma prova absurdamente ridícula para ser realizada em uma final.

As únicas coisas “boas” dessa prova foi o fato de ter reunido pela primeira vez todas as duplas e o comentário da Mallory “Oh, por favor, estarei morando em um desses se eu não ganhar”.

Pit Stop

Terminando a última prova blergh da temporada, as duplas deveriam prosseguir para o Pit Stop atravessando a 7 Mile Bridge (como o próprio nome diz, ponte de 7 milhas, cerca de 11 km) de triciclo.

Parece fácil, mas pedalar 11 km contra o vento se mostrou uma forma de pagar todos os pecados.

E após viajar por 5 continentes, 23 cidades e 64373 km, os grandes vencedores são…

Grande parte da temporada eu disse que estava feliz com a qualidade da temporada e como estava mantendo um bom nível de emoção, mas sinceramente… Me emocionei e fiquei mais apreensivo na primeira parte enquanto eles estavam disputando no Brasil do que na final em si.

As provas foram medíocres, carregar um barco, dirigir um submarino individual e montar um trailer… Fiquei abismado com a falta de dificuldade das provas e fiquei em transe dizendo “you f#@$$#@ kidding me?” durante os 40 minutos finais.

Finais não deveriam ser fáceis como esta foi, devem fazer com que a dupla que estava lá atrás passem à frente dos lideres e causem aquele clima super tenso que só provas fodas e com um grande nível de dificuldade podem nos dar.

Tome como exemplo a recentes 15ª temporada, que teve provas como:

  • Fazer rapel encarando o chão.
  • Lançar o parceiro no ar usando cordas de bungee jump.
  • Contar fichas de pôquer.
  • Descobrir quem é a aberração do botox aka. Wayne Newton.

Essa sim foi uma final digna que me deixou agarrado na tela do computador vendo as constantes brigas pelo primeiro lugar.

Enfim, fiquei decepcionado em partes com o resultado já que passei a temporada toda sendo praticamente uma cheerleader pro #TeamGallory, que foi arrastado para a lama por aquele taxista filho de uma boa mãe, tornando uma recuperação praticamente impossível.

Só não fiquei totalmente decepcionado pelo resultado por causa da vitória de Kisha & Jen, elas foram consistentes durante toda a temporada, eram engraçadas de uma forma não canalha (estou olhando pra vocês FT & BE) e ouvi-las dizer que voltaram para a corrida em uma tentativa de recompensar por tudo que sua mãe lhes havia feito foi uma coisa linda.

E afinal, é sempre legal ver girl power triunfando contra um bando de marmanjos.

E DAMN IT, cada temporada que termina aumenta minha vontade de me mudar pros Estados Unidos só pra poder tentar me inscrever… Alguém quer um casamento por Green Card? Anyone?

Estarei de volta com as reviews de The X Factor UK em meados de Setembro e gostaria de uma opinião. Vocês querem que as reviews de The Amazing Race continuem, que as de America’s Next Top Model voltem, que seja feita a cobertura de uma nova reality/série ou nenhuma das alternativas anteriores?

Thanks por me aturarem nesta cobertura (que foi no mínimo conturbada com alguns atrasos) e até uma próxima.

Gifs: Aqui

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