Review: The Big Bang Theory 4.01 – “The Robotic Manipulation” e 02 – “The Cruciferous Vegetable Amplification”

Para alguns, continua uma bobeira forçada. Para muitos, foi uma das comédias que mais cresceu nos últimos anos. E eu me incluo nessa segunda turma. The Big Bang Theory começou com a piada óbvia da interação bizarra de uma gostosa com uma turma de caras exageradamente nerds e foi melhorando com o tempo, com várias sacadas criativas, criando catchphrases (Bazinga!), tirando Kaley Cuoco do simples posto de “gostosa burra” e é claro, apostando pesado no seu maior trunfo: Sheldon Cooper, interpretado impecavelmente por Jim Parsons.

Depois de três boas temporadas e um merecidíssimo Emmy na prateleira (Melhor Ator, óbvio), The Big Bang Theory volta com uma ótima história para explorar, a da “namorada” de Sheldon, além de mostrar como Leonard e Penny estão lidando com o fim do namoro. E, para meu alívio, os dois primeiros episódios foram excepcionais daquele jeito que eu adoro na série.

4.01 – “The Robotic Manipulation”

Esse foi um daqueles episódios que eu adoro, em que conseguem mostrar que, mesmo com Sheldon se destacando facilmente, todos os personagens podem ser muito engraçados. O centro das atenções ficou dividido entre Sheldon e sua (até que se diga o contrário) namorada, Amy Farrah Fowler (Blossom né, forever) e Howard com sua mão robótica.

Fico meio dividido com essa namorada do nerd-mor da turma. Porque, ao mesmo tempo que é engraçadíssimo alguém exatamente igual Sheldon, é meio bizarro não terem se dado ao trabalho de mudar NADA no personagem. É Sheldon Cooper de saias, simples assim. Mas o trabalho da Blossom está ótimo, espero que apareça mais vezes.

Para minha surpresa, achei a história de Howard e sua mão robótica muito mais engraçada! Sério, uma situação daquelas só poderia acontecer mesmo com ele e as tiradas de Raj e Leonard foram ótimas. O que foi o indiano comparando aquele peculiar “problema” com o ursinho Pooh preso na árvore de mel? O final, com eles no hospital e a médica completamente sem noção também foi de chorar de rir. E tem a mãe dele, que é sempre um show a parte (espero que ela nunca apareça, porque a piada sempre dá certo).

Foi um bom início de temporada. Não tão bom quanto o da temporada passada (Sheldon barbudo é insuperável), mas ainda inspirado. E sem o namoro boring de Leonard e Penny, a coisa parece bem mais promissora…

Nota: 8

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4.02 – “The Cruciferous Vegetable Amplification”

Eu acabei de dizer que gosto dos episódios que não focam só no Sheldon né? Bom, mas fica difícil manter essa opinião quando os episódios centrados nele são tão sensacionais como esse! Sério, foram 20 minutos dando altas risadas e me deixando aliviado, porque pensei que as piadas com o personagem estavam se esgotando, depois de terem feito tantos episódios dele, mas deu pra ver que sempre tem algo novo e cômico pra explorar nele.

Acho que essa foi a ideia mais engraçada que tiveram pra ele: querendo preservar seu corpo para poder transferir sua mente para um robô num futuro próximo (eu escrevi isso?), ele resolve se fechar no quarto e passar a se comunicar por um dispositivo móvel. Tudo, a partir do momento que o robô com a tela mostrando a cara de Sheldon aparece, é de chorar de rir. E o mais surpreendente é que a melhor sequência do episódio, envolveu Leonard – o personagem mais chato da série – e sua interação com o “Sheldon-móvel” no carro. Quando Sheldon resolveu deixar Leonard “relaxado” tocando uma musiquinha calma e mostrando pessoas dançando, eu chorei de rir.

Não tem muita coisa pra falar sobre esse episódio, já que TUDO foi em cima dessa história e o resto, piadinhas bobas sobre Raj e Howard serem um casal (essa já cansou). Agora, paro para elogiar, como fiz na temporada passada, o trabalho de Kaley Cuoco na série. Penny se tornou uma personagem excelente, saiu totalmente do rótulo imposto pra ela no começo da série, cresceu e não é a toa, sempre rende momentos inesquecíveis ao lado de Sheldon. As vezes, acho ela a melhor da série, junto com o nerd-mor, claro. Sem contar suas tiradas, que sempre quebram as pernas deles.

Se souberem equilibrar, fazendo um ou outro episódio assim, completamente focado no Sheldon, vez ou outra, sempre vai sair algo bom. Só não podem forçar a barra e fazer isso direto, senão a piada se esgota… até mesmo com um personagem tão bom como Sheldon Cooper.

Nota: 9

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