Review: The X Factor 7.09 – Judges’ Houses Parte 1

E então restaram 32 competidores…

Cada categoria é colocada em um avião, onde irão descobrir quem será seu mentor pelo resto da competição. A categoria BOYS foi enviada para a Austrália, GIRLS foram mandadas para Ascot, GROUPS para a Espanha e os OVER 28’s foram, é claro, na Irlanda.

Boys


Ajudando Dannii Minogue na difícil decisão que terá pela frente, temos a presença de Natalie Imbruglia, que é jurada da versão australiana do The X Factor.

Nicolo Festa – “New York”: Gostei da escolha de música, melhor apresentação dele desde o começo da competição, mas peca no vocal em alguns momentos. Em alguns competidores falta autoconfiança, mas Nicolo compensa por todos que não tem, e isso pode ser um problema.

Tom Richards – “Feel”: Tem o visual, a voz, mas não sei… Não funciona pra mim, apesar de ter sido sua melhor apresentação em minha opinião, tudo parece ser forçado, sua melhor chance de sucesso seria numa boyband.

Paije Richardson – “True Colors”: Vocal bom, fez boas escolhas em relação a certas notas que diferenciam sua versão dos demais. Porém, meu maior problema com o Paije é que não consigo me conectar e acreditar no que ele está cantando, falta o X factor.

John Wilding – “Back For Good”: Primeiramente estou surpreso de ver o John chegando tão longe, não por ele ser ruim, mas porque raramente meus favoritos que não tem a aparência de um popstar acabam indo muito longe.

Fez o que podia com a música, ainda estou obcecado com o tom de voz dele para comentar mais.

Karl Brown – “?”: Não tenho idéia do que ele cantou, mas não foi nada bom. Praticamente escrito na cara dele que estava brigando para lembrar da letra da música e isso sem dúvidas afetou seu vocal, que já não era tão forte pra começar.

Marlon McKenzie – “Empire State Of Mind”: Gosto dele como um todo, apesar de ter feito um bom trabalho, a voz dele não aparenta ser forte o bastante para essa música e também não houve nenhum tipo de conexão entre ele, a música e sua pequena audiência.

Matt Cardle – “If I Were A Boy”: Juro, ele está realizando tudo que eu esperava da Megan Joy ano passado… Apesar de não ter sido tão bom vocalmente quanto sua performance em “The First Time I Ever Saw Your Face”, Matt ainda consegue mostrar diferentes lados de sua voz.

Minhas únicas críticas são que ele precisa controlar melhor seu falseto e, para ser bem clichê, abrir as janelas para sua alma.

Aiden Grimshaw – “Cannonball”: Amei a escolha da música, Aiden cantou bem, mas estava muito nervoso, o que afetou seu desempenho.

Mas ainda assim, com esse tom de voz, visual e as músicas certas, teremos um ganhador.

Over 28’s


Sharon Osbourne está de volta e aparentemente foi atacada no rosto por uma colméia de abelhas… Sério, ela virou uma daquelas velhas que enchem a cara de botox e depois não consegue ter nenhuma expressão facial.

Enfim, Sharon tentará ajudar Louis a descobrir quem são os melhores dessa categoria.

Stephen Hunter – “Get This Party Started”: Primeiro de tudo, WTF o Stephen está fazendo no Judges’ House??? Ele é o tipo de candidate que normalmente nem deveria ser aprovado na primeira audição.

Sua voz não é forte, suas danças são ridículas e pelo visto, nem Sharon ou Louis entendem o que ele está fazendo ali.

Yuli Minguel – “Baker”: Escolha absurda de música e entrega pior ainda… Simplesmente nada funciona.

Justin Vanderhyde – “Telephone”: O duende da Xuxa berra Lady Gaga enquanto faz uma dança desnecessária. Chega né, ta na hora de voltar pro lugar que nunca deveria ter saído.

Depois de ver essas três maravilhas, tanto Louis quanto Sharon estão espantados com a falta de talento da categoria, seria engraçado se não fosse trágico.

Wagner Fiúza-Carrilho – “You’ve Got The Love”: Quando Dermot disse a aplavra “brasileiro”, gelei e pensei “fuuuuuuuu, mais um brasileiro no programa passando vergonha alheia” (na 4ª temporada, Icaro Taborda também chegou na fase Judges’ House por ser digamos, excêntrico).

Enfim, Wagner é pelo menos BEEEM mais engraçado do que Icaro e seu comentário na frente dos jurados é impagável, assim como a cara dos jurados.

“… Em meu leito de morte, em meu último suspiro, quero lembrar destes momentos”.

Mais do que nunca, ficou visível que Wagner, assim como Stephen, não tem porque ter chegado a essa fase na competição, e precisa melhorar seu inglês, que desse jeito não dá.

Mary Byrne – “Fix You”: Finalmente alguém que sabemos que podemos levar a sério, Mary me emociona só de falar sobre seu relacionamento com a música.

Mary me impressionou com a escolha da música, apesar de esquecer a letra logo no começo da música, cantou lindamente e o que mais me surpreendeu, é que soou contemporâneo. Sem dúvidas, a mais merecedora de uma vaga do Top 12.

John Adeleye – “Billionaire”: Talento pronto para ser trabalhado, tem uma boa voz e consigo imaginar sua voz tocando no rádio. Mas assim como Louis e Sharon, concordo que a música escolhida não permitiu que John mostrasse todo seu potencial.

Elesha Moses – “If I Ain’t Got You”: Cantou bem, pela primeira vez gostei dela, mas o modo como ela cantou a música ficou muito parecido com o estilo do original, o que nunca é bom.

Storm Lee – “Without You”: Esperava Storm cantar tudo, menos uma música da Mariah… hehe

No geral, gostei bastante de sua performance, mas meu maior problema com ele continua sendo sua personalidade.

Groups


Simon terá a ajuda da sempre quase semi nua Sinitta, que se acha a coisa mais gostosa do mundo. Mulher, olha sua idade, cria vergonha na cara e vai colocar um pouco de roupa!!!

Twem – “When Love Takes Over”: Esperava mais deles, vocal  mais fraco que escutei deles e a escolha da música não ajudou.

Belle Amie – “Faith”: Ficou claro que as quatro meninas possuem boas vozes, mas não o suficiente para serem artistas solo.

As harmonias precisam de mais trabalho, mas certamente existe potencial.

Princes & Rogues – “Video Killed The Radio Star”: Eles poderiam ter escolhido uma música pior?

Apesar do loiro que estava fazendo o vocal principal ter cantado bem, a harmonia estava quase inexistente. Da uma dor no coração, pois realmente gostava deles. Desapontamento nº1.

Husstle – “Tainted Love”: O comentário do Simon resume bem: “Não é uma girlband, é uma cantora e 4 cantoras de fundo”. Desde o começo, só vimos a de moicano cantar enquanto as outras dançam e cantam “uhs” e “ohs” no fundo, e olha que a voz dela nem é tão boa.

The Reason – “If You’re Not The One”: Desapontamento nº 2 dessa categoria, assim com Simon, esperava vocais muito mais fortes do que fora apresentado. Mais um exemplo de que como escolher a música certa faz toda a diferença.

FYD – “Begging”: Olha, o Sanjaya do American Idol!!! Brincadeiras de mal gosto a parte, o melhor vocal de um grupo até o momento. Aparentam se conhecer bem o bastante para usarem o melhor de cada um e, sabemos que este grupo sabe realmente dançar. Sou fã.

Diva Fever – “Love Machine”: Esperava mais deles, vocal foi ok e todo o resto foi simplesmente estranho, desde a dança a certas notas… Desapontamento nº3.

1 Direction – “Torn”: Olha, Tim Urban levou um soco no nariz e tentou a sorte no The X Factor, estamos cheios de ex-Idols neste episódio.

Assim como as meninas do Belle Amie, eles são melhores quando juntos.

Foi um bom vocal, mas não consigo imaginá-los no mundo real, mas tudo é possível, já que vivemos num mundo onde Justin Bieber é sucesso internacional.

Girls


Com uma das decisões mais difíceis pela frente, Cheryl convidou Will.I.Am do Black Eyed Peas para ajuda-la nessa decisão.

Rebecca Ferguson – “Fireflies”: Eu nunca escolheria essa música para cantar numa competição dessas, é o tipo de música que não mostra o potencial de um cantor.

Apesar disso, Rebecca faz uma versão bonitinha, suas manias vocais ainda me incomodam e me deixam um pouco entediado, mas estou gostando um pouco mais dela.

Gamu Nhengu – “Cry Me Out”: Minha nova queridinha, vocal foi bom como de costume, mas teve alguns deslizes com a voz e faltou projetar mais emoção. Esperava mais dela, após sua última performance durante o Bootcamp.

Annastasia Baker – “How Could An Angel Break My Heart”: Acredito que a única chance da Annastasia ir para o Top 12, seria se ela se cantasse músicas obvias. Infelizmente ela volta para esse caminho e se torna genérica, apesar de ter uma boa voz.

Raquel Thomas – “Ordinary People”: Tem uma voz dentro dessa menina, mas precisa aprender a explorar as melhores qualidades de sua voz, talvez seja melhor amadurecer e ganhar um pouco mais de experiência se apresentando em pubs e festas.

Keri Arrindell – “Wake Me Up When September Ends”: Keri, Keri, Keri… Que surpresa você foi, me surpreendeu desde a escolha da música até sua entrega.

Simplesmente mágico.

Katie Waissel – “Smile”: Voltou a ser a garota irritante que conhecemos durante as audições.

Katie esqueceu a letra logo no começo da música e logo começa a chorar…

Cheyl dá uma segunda chance e dessa vez Katie consegue cantar, mas sua respiração está completamente desregulada e torna sua voz irritante novamente.

Treyc Cohen – “Ave Maria”: Esperava uma música mais no estilo que ela vinha fazendo, mas Treyc mostrou mais uma vez que tem ótimo controle de sua voz. Algumas desafinações quando cantou usando o falseto, mas fora isso, o vocal foi bem forte.

Cher Lloyd – “Cooler Than Me”: “Assisto The X Factor desde que tinha 9 anos” Mentirosa!! O programa começou em 2004, então você tinha que ter pelo menos uns 11 anos. #BrincadeiraTeAmo

Cher está com alguma infecção na garganta e isso a frustra por não poder dar seu absoluto melhor.

A música começa e dá pra sentir que tem algo de errado, Cheryl interrompe e pergunta o que há de errado e Cher começa a chorar dizendo que acabou com suas chances.

As duas se abraçam, Cheryl acalma a Cher e assim a audição continua.

Cher começa novamente mais forte do que na primeira tentativa, mas logo em seguida os problemas começam novamente, o nervosismo toma conta e Cher simplesmente desaba. Sua frustração é tão grande, que nem aceita se acalmar e voltar mais tarde.

É de cortar o coração, mas serve para colocar em perspectiva, se ela realmente está pronta para algo dessa magnitude, e baseado no que vemos aqui, a resposta é não.

E com esse clima de que a mãe do bambi morreu, encerramos a primeira parte do Judges’ House.

Vimos alguns destaques e vários fracassos durante o processo até agora, resta saber quem os jurados escolheram para levar para os Live Shows.

One Response to Review: The X Factor 7.09 – Judges’ Houses Parte 1

  1. @ZePicelli disse:

    Mary Byrne cantou lindamente bem Coldplay e Matt Cardle é o tipo de artista que vou torcer para que vença.
    Agora Cher…. complicado. Ela era minha preferida depois daquela ótima audition. Mesmo sabendo que ela não leva o título, virei fã de carteirinha, mas a qualidade de seuas performances só despencam. Foi de cortar o coração vê-la nervosa desse jeito mas é inegável chegar a conclusão que ela não está preparada para a competição.

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