REVIEW: How I Met Your Mother 5.23 – The Wedding Bride

Tudo está indo bem no mais recente namoro de Ted quando, de uma hora para outra, ele vê que um de seus maiores traumas está bombando nas telas de cinema do mundo inteiro!

Quando começamos um relacionamento, tendemos a esconder o nosso passado / histórico de nosso parceiro, porém, de uma forma ou de outra, essa bagagem sempre acaba vindo à tona. Para o desespero de Ted, sua bagagem estava sendo exposta para o mundo todo em forma de filme. Isso mesmo, todo aquele drama de Ted sendo deixado no altar por Stella serviu de inspiração para Tony escrever um grande roteiro como sempre desejou. Uma pena foi que, assim como toda adaptação para o cinema, a história foi alterada – neste caso, DRASTICAMENTE alterada! Prova disso é o próprio Ted (neste caso, Jed). Enquanto na história real não havia de fato um vilão (talvez apenas o acaso), em The Wedding Bride, Jed tomou a forma do vilão da trama, sendo retratado como um cara egoísta, convencido e sem moral.

Com uma história não muito relevante à trama principal (houve, de fato, alguma relevância?), The Wedding Bride serviu para mostrar o que HIMYM sabe fazer de melhor: divertir. Do começo ao fim, consegui esquecer das obrigações da faculdade e problemas do trabalho e rir com o que o episódio ofereceu.

O filme em si já era uma diversão, principalmente pelas referências a momentos marcantes da série como a luta com a cabra, as botas vermelhas de cowboy, o encontro de dois minutos e o pedido de casamento no fliperama. Fora do filme, os personagens estavam, de certa forma, todos afiados. Tivemos a inside joke de Ted e Robin que não víamos há dezenas de episódios (“major bagage”), Marshall break dancing na rua, Marshall desesperado com spoilers de comédias românticas (como naquela vez com Sex and the City) e o hi-5 de Lily e Marshall (alguém tem mais algum awesome moment pra compartilhar?). Sem contar a entrada triunfal de Ted no cinema se declarando para Royce, assim como Barney causando na platéia e sendo expulso do cinema.

Mas, para mim, o maior trunfo da série é conseguir ilustrar de forma engraçada e inteligente certas inseguranças do ser humano – neste caso a bagagem que cada um carrega consigo até o final da vida. Muito interessante aquele bando de gente andando pela calçada e trombando suas bagagens umas com as outras.

Aliás, a cena final com a bagagem de Royce praticamente do tamanho de um container foi impagável! E você o que achou do episódio? Descontente por estarmos apenas a um episódio da finale e ver a trama estagnada ou deu para se divertir mesmo assim?

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