15/09/2011
por Marcelo Silva

Como eu disse anteriormente, ao ver as 3 temporadas de Fringe (porque sim, eu enfim cheguei junto com a exibição dos EUA) fica a sensação de que a 1ª serviu como um gigantesco episódio piloto: começou meio chato, repetitivo, parado, aí foram colocando a coisa nos trilhos, foi começando a empolgar mais, descartaram umas ideias bestas, manteram as que deram certo, investiram em outras coisas e no final, ficou a promessa de uma 2ªtemporada não menos que excelente.
E se com aquela cena final da 1ªtemporada J.J. Abrams alimentou o monstro da expectativa, a 2ªtemporada felizmente não se intimidou com ele: mesmo com um tropeço aqui e ali, mergulhou de vez na mitologia da série, deixando tudo pronto para fazer de Fringe o drama mais criativo da atualidade. Saiba mais
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